Mostrar mensagens com a etiqueta cá dentro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cá dentro. Mostrar todas as mensagens

sábado, 22 de maio de 2010

Os agradecimentos, reconhecimentos. Mourinho e o meu pai

Fez ontem sete anos que o FCPorto ganhou a taça UEFA no jogo sofrido de Sevilha.

Durante todo o jogo sofri, ao lado do meu pai, como nunca tinha sofrido antes por nada. No final do jogo, rouco e quase sem dedos para roer, de olhos molhados, lá fomos aos Aliados para as merecidas celebrações. Lá, muito se falava da possibilidade das portas do estádio serem abertas para os adeptos receberem a equipa.
Sem nenhum género de confirmação lá fomos e era verdade. As portas das Antas, já com sentença de morte assinada, estavam abertas. As bancadas foram enchendo de gente e o relógio não andava para trás. Uma quinta-feira e às 4 da manhã estariam lá, a estimar por baixo para não abusar, umas 20 mil pessoas. Gente boa. Famílias completas. Gente que ocasionalmente fazia as contas ao sono e à hora de entrada perguntando a quem quisesse calcular se valia a pena ir à cama.
Lá para as 4:30 chega a equipa. Atarantados pela massa de público e pelo tardio da hora mal falavam. Estavam aparvalhados a olhar para as bancadas que se atiravam para o relvado da única maneira que sabemos e podemos. Eu e o meu pai lá no meio, a ganhar uma história para contar.

Muito justamente se falou do jogo e dos adeptos que foram a Sevilha com aquele calor infernal e em enorme desvantagem numérica frente aos escoceses do Celtic e pouco se falou dos valentes que às 5 da manhã iam lentamente a pé pela Rua Fernão Magalhães (a Rua da Protectora dos Animais já estava fechada por causa das obras do Dragão) cheia de gente nas varandas a saudar em robe e chinelos.
Ninguém falou de mim e do meu pai que tínhamos enterrado um ano antes o louco que nos pegou a doença azul, o meu avô, que se fosse vivo havia de lá ter estado a chorar como só ele fazia.

No dia seguinte as enormes olheiras e bocejos. No dia seguinte só eu entre os meus colegas para contar a história daquela madrugada no estádio que só me deu 2 horas de cama.

Todas estas coisas têm a mão do Mourinho e por isso mesmo, salvo enorme tragédia ou estupidez dele, estou sempre do lado dele. Tenho-lhe essa dívida de gratidão.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Eu faço mais barato

No mesmo país onde milhares de recém licenciados estagiam sem remuneração, despesas de alimentação ou até de transportes paga-se a uma deputada cerca de 2500 por mês para viagens em executiva até Paris.

Noutras situações eu nem me chateava mas trabalhei 16 meses num serviço da função pública e nem para me pagarem o pequeno almoço havia dinheiro.
Haja vergonha.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Nível natalício no sangue: 0

Ontem percebi que era dia 16 e em mim nem uma gota de entusiasmo. O Natal não chegou a mim.
Fui tratar de presentes.
Desliguei a Ana Moura dos ouvidos para ouvir o Christmas mix do shopping, tirei as luvas para sentir o frio nas mãos e até dei a volta mais longa só para ver as decorações de Natal.
Numa escada rolante encontrei, após uns 3 anos sem a ver, uma amiga que quase quase quase me ignorava mas voltou para trás. Ainda bem que voltou porque estava a precisar de saber que os olhos verdes não escurecem com a idade, os lábios não perdem o tom rubro encorpado e a voz, malvada, mantém o timbre outonal de sempre. Não mudaste nada e eu sem tempo para to dizer.

Voltas a dar, uma e outra compra e o regresso a casa.

As coisas ou acontecem ou não, são instântaneas e surgem de onde não havia nada como, por exemplo, uma paixão.
Este ano, para já, para mim é Setembro, há um frio que não preocupa e no Natal nem se pensa.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O ponto alto do dia deles

Pessoal, pensem sempre que o facto de emprestarem a vossa atenção por 5 minutos a um anónimo, sorrirem e cumprimentarem um funcionário ou desculparem um erro com uma piscadela de olho pode bem ser o ponto alto do dia dessa pessoa.
Há gente muito triste e é da nossa responsabilidade tomar conta dessas pessoas.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Dia cheio

Um espaço de 24 horas no qual conseguem enfiar, em conversa, as palavras "esterco" e "chiqueiro" é sempre um bom dia.

sábado, 28 de novembro de 2009

Photos for Phones

Pelo segundo ano consecutivo uma foto minha figura nas páginas da revista Red Bulletin!
Esta foto, tirada em 2008, foi uma das escolhidas para a edição de Novembro da revista de desporto e lifestyle da Red Bull.
Em baixo, na página da revista (que podem sacar em pdf AQUI), é a foto mais à direita...

...só que não, eu não me chamo Daniel Matthews! Então mandei para lá e-mail a perguntar o que estava mal, se era o nome do rapaz ou a minha foto. Ninguém respondeu.
Hoje tive uma resposta melhorzinha...
Pois! Enquanto que no ano passado a foto era publicada na revista (que na altura era só sobre o Red Bull Air Race) e tudo o que ganhávamos era orgulho este ano há phones catitas para o pessoal.
Vindos via Royal Mail, uns Sennheiser PMX 80 Sport II, jeitosos, com um som explosivo, à prova de água e até uma tirinha reflectora na bandolete para não ser atropelado. Não são para usar todos os dias mas sim para as sessões desportivas que necessitam de ritmo para animar. São um mimo e são só meus.
Dentro do envelope vinha ainda esta simpática notinha de parabéns.

Portanto sejam uns fixes e leiam todos os meses a Red Bulletin! A revista é mesmo muito boa e não digo isso só porque me ofereceram coisas giras...

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Combater tristezas com amor

Do emotivo discurso da viúva de Robert Enke guardei uma ideia.
"Pensávamos que chegava combater a tristeza com amor mas não chegou." foi a frase que mostra a clareza da senhora, a tal clareza que só grandes reality checksnos conseguem dar.
De facto a ideia de ter alguém, seja namorada, mulher ou amante é socialmente vista como garante de felicidade e equilíbrio. No caso de Enke como em muitos outros isso é uma constatação errada porque quando estamos bem ou mal estamos bem ou mal connosco e não com os outros. Se formos intrinsecamente tristes vamos envenenar a nossa vida e a da pessoa que está connosco. E isso não há amor que mude.

sábado, 14 de novembro de 2009

Não questionem o meu patriotismo

Mas enquanto a selecção batalhava pelo lugarzito lucky loser no mundial eu via deliciado o "conta-me como foi".

No episódio de hoje a Maria Isabel decide mudar de casa para sofrimento da mãe, o Toni quase é apanhado pela policia a blasfemar o regime para desespero da avó e o pai, personagem verídica que dói, está demasiado agastado para querer saber.
Foi um episódio do caraças como o têm sido quase todos.

Acaba a série, volto ao futebol e o 1-0 medíocre que se manteve até ao final.

Acho que fiz a escolha certa...

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Do poder, da humildade

O tuguinha gosta de dizer aos funcionários públicos que lhes paga o salário.
Todos gostamos de sentir o poder entre as pernas e o tuguinha, que não é sufixado a inha por acaso, precisa de substitutos de poder vários. Um deles é o reforçar que como civil servants (termo inglês que me parece mais carinhoso e humilde que o português) temos de lhe prestar vassalagem porque pronto, ele paga-nos o salário.
A questão aqui é que todos temos um chefe e, ao contrário dos privados, os funcionários públicos não são pagos directamente do bolso do chefe. O dinheiro vem do pote nacional de onde também vêem subsidios de desemprego, bolsas de estudos e abonos de família. Tudo coisas que o tuguinha pode nunca vir a precisar mas está a financiar de qualquer das formas. Portanto o dinheiro que o tuguinha paga para o pote será, num momento de aflição, o dinheiro que pomos nós no pote para ele continuar a comprar os seus fatinhos S com a pequenita gravata a condizer e parzinhos de sapatos Chicco que caem tão bem com os oculinhos coloridos Armani. No fundo somos todos uns amigalhaços que pagamos o salário uns aos outros.

Agora vai um pedaço de sabedoria imorredoira para todos os tuguinhas, tugas e tugões... Quando se entra numa sala cumprimenta-se quem lá está. Seja chefe ou vassalo. Se houver cavalheiros a cumprimentar com a mão tiram-se as luvas. Tudo coisas insignificantes mas que perpetuam a serenidade da nossa sociedade e que mais tarde dão direito a pedir tratamento igual. Dão direito à promoção de tuguinhas a tugas.

Um exemplo prático é não azucrinar o staff de um restaurante, pelo menos até ao final da refeição, porque sabem que eles têm formas "creativas" de acrescentar aroma aos panados, textura ao creme de cogumelos e até sabores ao marisco.

O tuguinha não faz ideia de quantas formas diferentes nós temos de lhe f**** um panado...

terça-feira, 10 de novembro de 2009

1000 coisas fantásticas

O site 1000 Awesome Things faz um countdown de 1000 coisas fantásticas.
Desde as tocantes às desarmantes, lá encontram aquelas coisas que nos fazem sorrir como ter o autocarro a chegar à paragem ao mesmo tempo que nós (#755), rir até deixar de fazer qualquer som (#733) ou receber um grande e longo abraço mesmo quando se precisa dele (#699).
Pessoalmente, excluindo os mais lamechas com os quais me deliciei, adorei este porque fiz uma festa de anos a um cão muito confuso com toda a excitação à volta dele.
758
Visitem então o 1000 Awesome Things, todos os dias de semana uma nova pérola da vida humana é adicionada.

sábado, 7 de novembro de 2009

Segurança

MarlaLogo de seguida agarram as mãos e há a certeza que fica tudo bem para sempre. Mesmo que não fique.

Extremamente bem "repescado" pela Menina Limão do final do filme Fight Club.

Vou revê-lo agora mesmo. Devo andar já perto das 30 vezes...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Chuchar


Isto há mesmo "dias de manhã em que à tarde um homem" não sabe o que leva para casa à noite.
Recebi das mãos de um homem, assim em gesto de agradecimento envergonhado, um chuchu. Não um chôcho note-se. Foi mesmo a fruta ali em cima. Com picos e tudo.

Agora vou transformar aquilo em doce. No soup for me.


O texto dentro de aspas é da autoria do infalível Sérgio Godinho na sua música Aguenta Aí e reza assim:

Há dias de manhã
em que um homem à tarde
não pode sair à noite
nem voltar de madrugada.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Tudo o que já foram um dia

Ando rodeado de pessoas tristes.
Já não me chegam os dedos de uma mão para contar quantas pessoas de que gosto têm problemas que as entristecem. Já sei que comparados com os dos meninos de África os nossos problemas são minúsculos mas esses miúdos vejo-os pela TV e não sei o nome, nem conheço a familia, nem nunca me fizeram rir ou chorar... tenho pena por eles mas os problemas deles, pelo menos hoje, são os mais pequenos em que penso.
Os problemas da minha gente são guerras e crises nucleares, fomes e epidemias para eles próprios porque estão lá no meio e para mim que os ouço e me preocupo. Porque quando entro em conversa e pergunto se está tudo bem cuido saber o porquê da hesitação na resposta afirmativa.
E está cá o ombro e o ouvido e o abraço.

Está isso tudo e mais a Carminho que tem uma bela de uma música de desafio às tristezas e que toda essa minha gente tristonha devia ouvir para marcar a partida para novas metas. Para ouvir um excerto CLICAR AQUI. A letra e música são de João Monge.

Eu vou
Voltar a ser
Tudo o que eu já fui um dia
Tudo o que eu já queria ser
Antes de te querer

Eu vou
Voltar a ver
O lado bom das pessoas
As suas coisas boas
Antes de entristecer

Mais vale somar paixão
Somar desilusão
Até tudo nos doer
Porque eu vou
Voltar a ser
Tudo o que eu já fui um dia
Tudo o que eu já queria ser
Antes de te querer

Eu sei
Que vou voltar
Ao coração por um fio
Porque é do meu feitio
Nem sei como mudar

Mais vale somar paixão
Somar desilusão
Até tudo nos doer
Porque eu vou
Voltar a ser
Tudo o que eu já fui um dia
Tudo o que eu já queria ser
Antes de te querer

Porque eu vou
Voltar a ser
Tudo o que eu já fui um dia
Tudo o que eu já queria ser
Antes de te perder

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Velhos rabugentos

Sempre que faço algo infantil fico envergonhado. Sempre que não "vou à bola" com alguém sinto-me mal. Mas depois vem mais um capitulo da novela Saramago/Lobo Antunes e fico bem com a minha infantilidade.
É que se estes dois velhos, duas das cabeças mais brilhantes de Portugal, não se entendem e trocam indirectas e acusações mesquinhas entre si, eu tenho ainda mais licença para me chatear e ser pirralho com quem não gosto.

Parece-me que não será só isso, mas tudo terá começado quando Saramago vence, merecidamente, o Nobel da Literatura com o ego fenomenal (e desarmantemente justificado) de Lobo Antunes a sair magoado. Nunca mais estes senhores se puderam ver com diversas tricas ao longo dos anos a embaraçar a posição de digníssimos que os precede. Soubesse disto a academia sueca e fazia-se uma entrega conjunta como na dupla Ximenes Belo / Ramos Horta.

Caramba... Ao menos o Sr. Walter Matthau e o Sr. Jack Lemon no filme-hino ao "rabujo" pensionista andavam às turras pela Sophia Loren.
Sophia
Só nesta foto, que nem é das melhores, vale todos os "Nobeis" da última década...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

"Sobe Cerco!"

Era o que dizia um colega meu, excelente guarda-redes, quando jogamos contra uma outra escola para, desavergonhadamente, relembrar de onde vinhamos e o que (supostamente) eramos capazes de fazer. Intimidação básica que na altura nem resultou.
Eu estudei no Cerco do Porto desde o 5º ao 11º ano (no 12º tive de sair porque não havia alunos suficientes para abrir uma turma de Inglês). Nunca consumi drogas (não por falta de oportunidade), nunca roubei ou fui roubado, fumei tabaco, dancei com umas miúdas mais ou menos giras (nunca as mais ou menos más por quem me apaixonava claro...), andei à chapada com uns e às gargalhadas com outros...
As pessoas mais genuinamente interessantes, inteligentes e merecedoras de notas altas foi lá que conheci e estão neste momento a gozar dos merecidos resultados do seu árduo trabalho. Se querem ver professores esforçados e de grande qualidade lá os devem encontrar ainda.

Eu, que não acabei os meus estudos com uma média impressionante (e que visitei a sala do Conselho Directivo três vezes, só uma delas por boas razões), já acabei o curso há um ano e nunca neguei de onde vinha. Colegas meus que vinham de externatos e colégios de boa reputação vacilavam nos primeiros tempos de faculdade enquanto comigo nada se passava.

Hoje saiu o ranking das escolas e ele diz que a Escola do Cerco é a 593ª "melhor" escola nacional de entre 604.

Para mim será sempre a primeira. Te amo cerco!

Este blog lavou as mãos durante mais de 20 segundos, descansem

Garganta inchada, ligeiro peso na cabeça, fotosensibilidade e alguns arrepios.

Sou capaz de estar a "chocar" qualquer coisa...

sábado, 10 de outubro de 2009

Portugal é fixe

Dou dois exemplos de como somos os maiores...
Luis Monteiro aka Pingu lançou-se à aventura de fazer uma campanha eleitoral independente e excêntrica para poder concretizar o seu sonho de viajar até à Antártica. Diz-se que Portugal é um país invejoso e conservador não muito ligado às tecnologias. Ora pois bem... O tal pingu que andou pelas ruas, foi à televisão e até foi votar num elaborado fato de pinguim, conseguiu 16154 votos. Cerca do dobro que a segunda classificada (uma americana que saltou para o comboio a meio e chegou a assustar) conseguiu angariar.
Portugal uniu-se por um tipo que não conhece de lado nenhum só porque se esforçou bastante e teve coragem de perseguir um sonho. Mostramos que somos solidários e que sabemos gratificar quem ousa sonhar.
Luis, pá, boa viagem!
Podem seguir a aventura do Pingu Português no seu blog clicando AQUI!

O Luís teve 16 mil votos mas e que tal angariar 60 toneladas de tampas de garrafa?
Foi isso que se fez em Rio-Tinto.
Durante dois anos pessoas anónimas foram juntando as valiosas tampas até fazer um total de 60 toneladas de plástico. A Lipor, empresa exemplar nas relações locais, trocou as tampas por um donativo que possibilitou a compra de um carro de desencarceramento que não existia e que agora está ao serviço de mais de 90 mil pessoas.
Em inúmeros locais lá estão caixas e sacas ao lado do lixo normal e das máquinas de vending com o intuito de deixar as tampas. A maior parte de nós nem sabe para o que aquilo serve mas mesmo assim lá as deixamos.

É nestas alturas que uma pessoa gosta do país onde vive e todas as minudências se esbatem perante a nossa dimensão humana. Somos os maiores.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Ai as saudades

A chuva já me estava a causar saudades. Estar até Outubro à espera que chovesse a sério fez-me pensar em se um dia parasse de chover assim de uma forma súbita e catastrófica como no livro do Saramago a morte deixa de matar.
A chuva, tempestades e trovoada fazem-me falta.

Nestes dias há programa?
Fazer desporto à chuva, se não vos colocar em risco e tiverem equipamento anti-encharcamento/pneumonia. Bicicleta, patinagem, jogging e futebol têm um sabor extra nestes dias.
Ficar em casa a ler, ver um filme, preguiçar ou, se estiverem para aí inclinados, fazer o amor ao som da chuva e abrigados de molhas frias é uma maravilha de programa.
Aos jovens solteiros... O abrigar da chuva é um gesto amoroso e um dos mais antigos gestos de galanteio. Há proximidade e protecção! Tenham é calma com a mãozinha por detrás das costas. Isso pode-vos dar direito a um aguaceiro de chapadas...

Divirtam-se!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O velhote

O meu cão, Mike de seu nome, fez hoje 14 anos.
O pessoal perde sempre tempo a ver quantos anos humanos equivalem estes anos de cão. Uns sites dizem-me 69, outros 72...
Eu cá sei que de cão ele tem 14 e esses chegam para que esteja a ver mal, a ouvir pior e para ter os movimentos não tão fluidos como há 10 anos atrás.
Hoje, como todos os anos antes deste, ele teve bolo e velas e parabéns a você.

Nas velas, porque não havia outras, 15 anos.

Que o Deus dos cães o permita.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Red Right Hand

Música do genial Nick Cave e com a qual todos devemos ter uma história oculta que justifica as memórias.
A mim é a compra do meu primeiro CD de música. Era o "Songs In the Key of X" banda sonora dos Ficheiros Secretos e que juntava várias bandas icónicas da série como os Foo Fighters, Danzig, Filter, Screamin' Jay Hawkin, Frank Black, REM e vários outros com o ínicio do CD a cargo do fantasmagórico hino de Mark Snow que ouvia para ir para a cama chorar como uma menina.
Hoje entrei no Lei Seca e esta versão dos Arctic Monkeys estava lá.