Descubram quanto tempo durariam clicando AQUI!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Quando os porcos espirrarem
Eu não sou o primeiro a entrar em pánico sempre que há uma epidemia, pandemónio ou pandemia. Na altura das vacas loucas continuei a comer bifes, vieram os nitrofuranos e o frango nunca soube melhor, chegaram os pássaros engripados e continuei na boa...
...mas confesso que preferia que o primeiro caso registado na Europa de gripe suína não tivesse sido aqui tão perto.
...mas confesso que preferia que o primeiro caso registado na Europa de gripe suína não tivesse sido aqui tão perto.domingo, 26 de abril de 2009
Mais Porto fresquinho
O novo anúncio da Super Bock mostra, tal como o seu famoso irmão mais velho, pequenas espreitadelas sobre o excitante Porto nocturno de agora.
Se não reconhecem nenhum dos lugares andam a beber os vossos copos nos sítios errados...
Pequeno conselho aos srs da Super Bock... Os anúncios que apelam à emoção das cervejas partilhadas com amigos, com filmagens fragmentadas e uma música engraçadita ao fundo são uma boa solução. Mas usar duas vezes é esticar um bocado a corda...
Já a utilização da cidade do Porto é favor continuar!
Se não reconhecem nenhum dos lugares andam a beber os vossos copos nos sítios errados...
Pequeno conselho aos srs da Super Bock... Os anúncios que apelam à emoção das cervejas partilhadas com amigos, com filmagens fragmentadas e uma música engraçadita ao fundo são uma boa solução. Mas usar duas vezes é esticar um bocado a corda...
Já a utilização da cidade do Porto é favor continuar!
Futilidades
Dia de hoje...
Manhã: Jogar ténis com os meus gajos.
Tarde: Ir ver Hóquei em Patins com um dos meus gajos.
Fim da Tarde: Ir ver o Porto - Vit. Setúbal.
Não se aprende grande coisa... Mas é terapêutico.
Manhã: Jogar ténis com os meus gajos.
Tarde: Ir ver Hóquei em Patins com um dos meus gajos.
Fim da Tarde: Ir ver o Porto - Vit. Setúbal.
Não se aprende grande coisa... Mas é terapêutico.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A terra que não ri
O renomado fotografo documental Tomas van Houtryve entrou na Coreia do Norte fazendo-se passar por um empresário com o desejo de abrir uma fábrica de chocolate. Embora sob vigilância durante 24 horas dos censores do governo ele captou imagens de Pyongyang e da sua gente - imagens raramente captadas e ainda mais raramente distribuidas no ocidente.
Elas mostram impressões austeras do dia-a-dia do último Gulag na terra.
Podem ver o resto das imagens clicando AQUI!
(A Welsh View)
Elas mostram impressões austeras do dia-a-dia do último Gulag na terra.
Podem ver o resto das imagens clicando AQUI!(A Welsh View)
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Crosta
Todas as feridas magoam. Sejam elas físicas, psicológicas ou emocionais...
Também comum a todas elas, por mais pequenas, profundas e recônditas que sejam, deixam uma marca permanente. Que até se pode esquecer até ao momento em que ao espelho:
"Olha, ali estás tu."
Mas antes de haver cicatriz há crosta. Milhões de plaquetas enlaçadas para criar uma camada de tecido que substitua o que foi danificado. Os fumadores e roedores de unhas queixam-se de ter a "fixação oral" de entreter a boca com qualquer coisa.
Nós, como espécie, temos em comum a "fixação dolorosa" de puxar, arranhar e arrancar a crosta das nossas feridas. E volta a sangrar como da primeira vez podendo já ser visível algum do tecido rosado que emergirá da ferida.
É como no livro Fight Club... Lá a personagem Marla e a forma como assombra o narrador leva a que seja descrita como "a arranhadela no céu da boca que sarava se eu parasse de passar lá a língua."
Essa insistência no dano, na vontade de doer só mais um bocadinho, de relembrar como fica a cor do nosso sangue mesclado de lágrimas só prejudica a cicatrização e a futura reabilitação do tecido.
E quando ao espelho vemos a cicatriz que se tornou perene e mais visível como se fosse uma daquelas flores marcadas no corpo que nascem connosco, porque com todo o sofrimento repetido ela metastizou e acastanhou, não vamos falar com uma marca vagamente conhecida mas sim com uma colega de quarto, uma hóspede parasítica:
"Bom dia, parece que vais viver cá muito tempo... Não me dás férias?"
Também comum a todas elas, por mais pequenas, profundas e recônditas que sejam, deixam uma marca permanente. Que até se pode esquecer até ao momento em que ao espelho:
"Olha, ali estás tu."
Mas antes de haver cicatriz há crosta. Milhões de plaquetas enlaçadas para criar uma camada de tecido que substitua o que foi danificado. Os fumadores e roedores de unhas queixam-se de ter a "fixação oral" de entreter a boca com qualquer coisa.
Nós, como espécie, temos em comum a "fixação dolorosa" de puxar, arranhar e arrancar a crosta das nossas feridas. E volta a sangrar como da primeira vez podendo já ser visível algum do tecido rosado que emergirá da ferida.
É como no livro Fight Club... Lá a personagem Marla e a forma como assombra o narrador leva a que seja descrita como "a arranhadela no céu da boca que sarava se eu parasse de passar lá a língua."
Essa insistência no dano, na vontade de doer só mais um bocadinho, de relembrar como fica a cor do nosso sangue mesclado de lágrimas só prejudica a cicatrização e a futura reabilitação do tecido.
E quando ao espelho vemos a cicatriz que se tornou perene e mais visível como se fosse uma daquelas flores marcadas no corpo que nascem connosco, porque com todo o sofrimento repetido ela metastizou e acastanhou, não vamos falar com uma marca vagamente conhecida mas sim com uma colega de quarto, uma hóspede parasítica:
"Bom dia, parece que vais viver cá muito tempo... Não me dás férias?"
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Onde anda a Madonna quando precisamos dela?

Esta miúda chama-se Rubina Ali e é uma das milhares (ou serão milhões?) de crianças que vivem nos guetos indianos e que estão à venda.
Mas esta tem algo que faz subir a sua cotação... Representou o papel de Latika no filme Slumdog Millionaire que arrecadou, entre outros, o Óscar de melhor filme.
Uma equipa do jornal News of The World (que é uma espécie de 24 horas Inglês) infiltrou-se nos pobres bairros de lata de Bombaim à procura da criança - cuja venda já se falava antes desta notícia - usando o pretexto de serem uma família rica do Dubai.
O pai e um tio, mortinhos por usar a notoriedade da filha para sair do gueto em que vivem, aumentaram o preço inicial de 50 para as 200 mil libras. A desculpa é que não ganharam nada com o filme e que há muito interesse por parte de famílias ricas em adoptar a jovem estrela.
Quero agora ver onde andam os críticos de Danny Boyle que consideraram que este só viu o lado mau do estrato social mais baixo da Índia...
Podem ler toda a história visitando o site do News Of The World.
(Neatorama)
Mais crateras que a lua
Quando uma miúda mais velha, na nossa adolescência e sem razão aparente, diz às amigas "eii ca feio" para ter piada enquanto nós passamos isso marca-nos.
Ora... Hoje tive o raro privilégio de estar a menos de 2 metros da parte traseira dessa aventesma.
Era mais ou menos isto que está aqui em baixo mas em movimento. (movimento locomotor para diante por parte dos membros e centrífugo para todo o lado por parte do rabo)

E sim... Estavam lá crateras de celulite. Era um terreno mais desafiante do que qualquer campo de mini golfe que possam imaginar. Aposto que até certos jipes só atravessariam o dito terreno com ajuda de guincho.
Pareceu-me ouvir alguém dizer it's one small step for men. Mas para a ultrapassar no passeio é que foi preciso um giant leap.
Moral da história: ser uma cabra de cabelo oxigenado engorda.
Ora... Hoje tive o raro privilégio de estar a menos de 2 metros da parte traseira dessa aventesma.
Era mais ou menos isto que está aqui em baixo mas em movimento. (movimento locomotor para diante por parte dos membros e centrífugo para todo o lado por parte do rabo)

E sim... Estavam lá crateras de celulite. Era um terreno mais desafiante do que qualquer campo de mini golfe que possam imaginar. Aposto que até certos jipes só atravessariam o dito terreno com ajuda de guincho.
Pareceu-me ouvir alguém dizer it's one small step for men. Mas para a ultrapassar no passeio é que foi preciso um giant leap.
Moral da história: ser uma cabra de cabelo oxigenado engorda.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Dona de Muitas casas
Tenho curiosidade em saber o que é ouvir esta música de coração vazio.
"Dona de Muitas Casas" - A Naifa
"Dona de Muitas Casas" - A Naifa
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Santinho
Este vídeo mostra em super slow motion porque se deve tapar a boca e o nariz enquanto se espirra.
São mil frames por segundo que ilustram o poder desvastador e fragmentante do ranho.
(The Presurfer)
São mil frames por segundo que ilustram o poder desvastador e fragmentante do ranho.
(The Presurfer)
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