Estou a fazer um "test-drive" aos novo disco do Kanye West... Para saber se vale a pena comprar ou até oferecer no Natal. Se há lá músicas interessantes também há algumas coisas um pouco repetitivas... O que me chamou mesmo a atenção foram os convidados que o Senhor West chamou para dar uma mãozinha vocal. E quase quase no fim do CD encontro a melhor música deste disco! Com a magnifica e muito ajustada participação de Chris Martin (para os mais distraídos é o vocalista dos Coldplay) esta canção é simples mas chega longe... Ouçam lá a balada oficial deste Outono:
Im coming home again Do you think about me now and then? Do you think about me now and then? 'Cause I'm coming home again, coming home again
Chi-town. Uh. I met this girl when I was three years old And what I love most, she had so much soul She said "Excuse me little homie, I know you don't know me But uh, my name is Windy, and yo, I like to blow trees" and
From that point I never blow her off Cousins come from out of town, I like to show her off They like to act tough, she like to tow 'em off And make 'em straighten up they hat cuz she know they soft And when I grew up, she show me how to go downtown And in the nighttime, her face lit up, so astounding I told her, in my heart is where she'll always be She never mess with entertainers cuz they always leave She said it felt like they walked and drove on me Knew I was gang affiliated, got on tv, and told on me I guess that's why last winter she got so cold on me S he said "keep makin' that, keep makin' that platinum and gold for me
"Do you think about me now and then? Do you think about me now and then? 'Cause I'm coming home again, coming home again Do you think about me now and then? Do you think about me now and then? Oh, now I'm coming home again Maybe we could start again.
But if you really cared for her Then you wouldn't've never hit the airport, to follow your dreams Sometimes I still talk to her But when I talk to her, it always seems like she talk about me She said, "You left your kids, and they just like you They wanna rap and make soul beats just like you But they just not you, and I just got through Talkin' 'bout what he tryin'a do, just not new
"Now everybody got the game figured out all wrong I guess you never know what you got 'till it's gone I guess that's why I'm here and I can't come back home And guess when I heard that, when I was back home Every interview I'm representing you, makin' you proud Reach for the stars, so when you fall you land on a cloud Jumpin' in crowds, sparkin' lighters, wave 'em around If you don't know by now, I'm talkin' 'bout Chi-town
Do you think about me now and then? Do you think about me now and then? 'Cause I'm coming home again, coming home again Maybe it, do you remember when fireworks at Lake Michigan Oh, now im coming home again, coming home again Maybe it, do you remember when fireworks at Lake Michigan Oh, now im coming home again, maybe we can start again.
...ainda algum orvalho aterrava nos cabelos dos pachorrentos futuros passageiros do autocarro quando eu também aguardava e a minha cabeça venceu com mestria o poder de fogo do meu mp3 que debitava os podcasts do meu programa de rádio favorito.
Como disse mais tarde em tom de brincadeira; o ar estava tão frio que os pulmões me ardiam com a estranheza de quem não respirava a horas tão jovens há muito tempo...
Com toda a distração do húmido orvalho, do gélido ar e dos macambúzios companheiros de espera percebi que o meu Inverno só agora está a começar.
E esta música tocou algures no espaço que medeia as minhas costelas...
Brian Dettmer é um artista norte americano nascido em 1974 que se exprime através do uso de materiais pré-existentes como livros, mapas, capas de discos e cassetes criando obras de um intrincado pormenor. A intenção é dar nova vida e utilidade estética a estes meios abandonados de forma a que estes não fiquem eternamente esquecidos.
Algumas das suas obras mais conhecidas são feitas a partir de livros, dicionários ou enciclopédias que corta de forma a que nada seja preciso adicionar aos textos para que estes se transformem em artefactos tridimensionais e por vezes alterem o tema da literatura presente nos livros.
Pois é... amanhã as minhas férias terminam... E não acho mesmo piada nenhuma à situação!
Foram três meses muito bons... Com momentos em baixa claro, mas, tudo considerado, foram bem bons.
Agora começa o ano que poderá ser o último de formação académica... É uma mistura de curiosidade, medo, ânimo e muita, muita ansiedade pela futura procura por emprego!
Comecei este blog em Junho... Com vontade de partilhar e ter algo para me dedicar. Foram dias bons, alguns maus... Agora com as aulas algumas redefinições vão ter lugar.
O esquema de dois posts por dia vai ser mudado. Tanto posso só fazer um como posso fazer três!
E até agora tentei fazer só um post musical por dia, de amanhã em diante não vou ligar a isso... se me apetecer coloco 4 músicas e está feito!
Uma coisa garanto... Vou andar por aqui e pelo menos um post por dia irá nascer!
Continuem a visitar que eu continuo a partilhar o que encontro por aí...
Johnny Depp a cantar na pele de uma personagem psicótica. Helena Bohnam-Carter mais femme fatale gótica que nunca. Alan Rickman como vilão. Sasha Baron Cohen no papel de um nobre... Tudo isto dirigido pelo mestre dos ambientes sinistros de estranheza cativante... O senhor Tim Burton.
Sweeney Todd VAI ser um dos maiores filmes do próximo ano. Havia bastante secretismo sobre a estética do filme... durante meses as únicas imagens que haviam eram um conjunto de fotografaias do Johnny Depp a sair da sua roulote a caminho do estudio.
Ontem foi-me apresentada (pela Internet veja-se!) uma artista maravilhosa...
O seu nome é Mayra Andrade e nasceu em Cuba. Pelo seu pai ser diplomata ela vê-se obrigada a crescer no Senegal, Angola, Alemanha e Cabo Verde... Neste momento e desde 2003 que vive em Paris.
A música dela confunde-me... Não sei se a hei-de ouvir num dia frio para me aquecer ou se devo guardar para o verão e me deixar refrescar pelos ritmo e pela maravilhosa voz de Mayra.
A verdade é uma, tirando a portuguesa de Portugal, é muito rara a música lusofona que me agrada... Mas ontem ouvi "Regasu" e fiquei captivo... Com vontade de mais!
Então ouçam e vejam lá...
Regasu
Lua
Mana
Comme s' il en pleuvait (uma intrusa em Francês que tinha de colocar aqui!)
E como puderam ver a miuda é lindíssima... o que só ajuda ao ambiente agradável que se instala ao ouvir uma música dela...
A agenda da menina está preenchidíssima até Maio de 2008! Há algumas visitas a Portugal na lista portanto visitem o site para mais informações.
Quantas peças de computador têm aí espalhadas pela casa sem terem qualquer uso? Além dos cds que não ficam bem gravados eu tenho uma motherboard, uma RAM e uma drive gravadora de cd que funcionam mas já não têm uso!
O magnificamente variado e interessante blog Dark Roasted Blend apresenta alguns projectos de reciclagem de material informático que lhes devolve alguma dignidade e utilidade!
Nota introdutória: Este post é TOTALMENTE copiado de um outro escrito em inglês que no final irei correctamente creditar. Se por acaso tiverem algo a apontar na tradução podem colocar comentário!
Construida em 2005 por Rem Koolhaas na cidade do Porto, em Portugal, a Casa da Música é, sem qualquer dúvida, uma tomada de posição arquitecturalmente significativa - enfatisada pelos angulos intensos e presença magestosa. Usando o edificio como fonte visual, Stefan Sagmeister criou uma dinâmica, multifacetada e infinitamente variável identidade - tudo isto literalmente. O logotipo resultante é talvez, bem, não bonito, mas como veículo para a completa identidade e execução adaptável é uma impressionante peça de arquitectura de design em si mesmo. Um no qual os estilos, ideias, temas -específicos ou latos - podem ser projectados. Stefan foi generoso e partilhou com nós o seu projecto mostrando o que acontece nos bastidores da realização desta identidade.
A Casa da Música
Reepresentações gráficas das várias posições do edificio
Destas diferentes posições é criado um sistema de logótipos
A partir dessas diferentes posições são definidas 17 facetas - Dessas nasce um mecanismo de escolha de 17 cores. Será necessário dizer que as possibilidades são infinitas? E o que seria de uma identidade mutável sem o seu próprio software personalizado?
Aumentando a flexibilidade da identidade, o logótipo pode ser usado numa enorme quantidade de usos polivalentes
CRÉDITOS:
Um site fantástico sobre design chamado Under Consideration, mais especificamente o seu ramo que versa sobre identidade de marca Brand New.